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Inicialmente construído para o projeto "O Real Imaginário: O Universo Infantil em Maria Clara Machado" (apresentado em 2012 no SESC Bom Retiro), nosso repertório de Contações de Histórias já passaram pelas unidades do SESC Sorocaba, Itaquera, São Carlos, São Caetano e Piracicaba, assim como já se apresentou na Secretaria Municipal de Educação de Jacareí.

 

As propostas de cada contação estão diretamente ligadas aos temas de cada espetáculo da Cia, compondo assim, um elo entre os espetáculos e as devidas contações de histórias, a fim de criar um diálogo mais amplo com o público. Todas as histórias foram escolhidas a partir do catálogo de livros da Editora Cosac Naify, empresa parceira da Cia.

A Casa Assombrada

Uma menina diferente descobre que sua nova casa, em um bairro afastado da cidade, também não é muito normal – na verdade, é assombrada! Mas ela não vê problemas nisso; bruxinha que é, sabe perfeitamente caçar fantasmas e dará as mais inusitadas utilidades para eles, de toalha de mesa a cortina de chuveiro.

A Casa Azul

Qual é o melhor lugar para se construir sua casa? Numa montanha, cheia de árvores frondosas e uma paisagem bucólica. Ou na beira da praia, bem arejada, um gramado verde e coqueiros imperiais. Ou no meio da cidade grande, próximo a uma movimentada avenida, cheia de carros buzinando... São tantas as opções e gostos diferentes, que cada pessoa tem o direito de escolher onde gostaria de construir seu lar.
Nessa contação, uma dupla muito engraçada conta a história de Modesto, um ex-viajante que chega ao lugar ideal para construir sua casa. Ele a acha perfeita até o momento em que três aves começam criticá-lo e ele também passa a duvidar de sua perfeição.
De uma maneira bem lúdica e poética, recheada de canções, essa história nos faz pensar em todos os nossos sonhos e no quanto lutamos para que os mesmos aconteçam, sem nos deixar abalar pelo o que os outros possam dizer.

A Fada Feiticeira

A República Ativa traz à cena a história da menina Rosamaria, uma fada que não se contentava em ser o que é e queria ser feiticeira. A rebelde fadinha briga com a mãe e vai morar na divertidíssima floresta das feiticeiras. A fábula trata das diferenças e dos preconceitos na relação entre mãe e filha. Contada com leveza e graça, a história ensina aos pequenos que os filhos podem trazer novos conhecimentos ao mundo dos pais sem, contudo, abandonar os costumes da família.

Em cena, um ator e uma atriz propõem uma divertida brincadeira: ele é o escolhido para fazer a personagem principal. Por ser um ator fazendo uma “fada”, a identificação da plateia é imediata, já que essa “fada” é estranha a si própria: ela não se aceita como fada e queria ser feiticeira; ele é homem e se vê obrigado a fazer uma personagem feminina. Com músicas executadas no violão, essa contação promete muita diversão, risadas e incentiva toda a plateia para nunca desistir dos seus sonhos.

A História da Ressurreição do Papagaio

Dois contadores de histórias nordestinos conduzem o público para uma divertida brincadeira da região: o repente.

“Contação” e “Contará”, os contadores, propõem vários jogos de improvisações que necessitam da interação do público para acontecer. Todos se envolvem e aprendem muito sobre a cultura popular, e conhecem a história do papagaio que ressuscitou.

Cheia de encantamento dos contos de cordel, a narrativa fala de um papagaio distraído que morreu ao cair em uma panela quente, entristecendo todos ao seu redor. E a comoção geral é o principal ingrediente para o Oleiro do Ceará ressuscitar a ave, com cores novas e cheia de significados. Com personagens divertidos e espertos, essa contação apresenta essa rica cultura nacional, envolvendo pais e crianças em uma grande brincadeira.

A Visita dos Monstros

Dois atores/narradores tentam contar várias histórias de terror, de túnicas pretas, que não metem medo em ninguém. Até que eles se lembram da história da “visita dos monstros”.
Um dia, alguns monstros invadiram a casa de uma família, e os pais chamaram a polícia e os bombeiros para expulsar aqueles seres estranhos. Ao contrário dos adultos, que já acham que sabem tudo, uma menina resolve conversar com os monstros, e os ensina a se portar e a não bagunçar a casa.
Quantas vezes nos deparamos com o diferente e fechamos os olhos para isso? Quantas vezes deixamos de enxergar o que importa e nos prendemos a aparências e pré-conceitos? Essas perguntas são a essência dessa história.
E para contar essa história engraçada e divertida, os atores utilizam monstros de pelúcia e vários objetos inusitados. Eles também interpretam os personagens da história e manipulam os monstrinhos de pelúcia. Um músico executa a trilha sonora, cheia de canções originais, tudo ao vivo.

Antigamente & Tente Entender

Nessa simpática e singela história, duas atrizes apresentam os dilemas de uma menina que está crescendo. Com canções especialmente compostas para essa contação, elas apresentam a história de uma menina que reencontra uma antiga boneca em meio a outras coisas antigas.

Inesperadamente, a boneca começa a lamentar sobre sua condição de abandonada, e a menina se surpreende com isso, mas resolve conversar com ela. A boneca conta que antigamente era a preferida de sua antiga dona. Ela tinha roupas limpinhas e novas e era levada para passear a todos os lugares com sua dona. A menina, já crescida, pede à boneca que “tente entender”: ela ainda vive entre as suas lembranças mais queridas, e vai reviver quando a menina tiver uma filha.

Com a ajuda de instrumentos de percussão e violão tocados pelas próprias atrizes, essa história emociona desde crianças pequenas até adultos pela sua sutileza e delicadeza ao tratar do crescimento e da transformação da criança em uma menina adulta.

As Tranças de Bintou

Bintou é uma menina negra que não se contenta com seus birotes no cabelo e sonha usar tranças como sua irmã mais velha. A história encanta pela maneira cuidadosa e doce com que trata, a partir de um contexto cultural específico, um momento universal: a passagem da infância para a adolescência.
Em busca do resgate da cultura africana a contação é realizada por duas atrizes que vivem diversos personagens de uma tribo. Conta também com um músico que executa a trilha inspirado nos tambores afros. 

Essa história é um aprendizado para toda a família, mostrando que nada é por acaso e que existe o momento certo para cada etapa de nossas vidas.

Declaração Universal do Moleque Invocado

Dois clowns muito atrapalhados contam a história de um menino que, de tanto ouvir “não” dos adultos, um dia resolveu fazer uma declaração sobre os direitos das crianças. Toda criança tem direito a uma máquina de coçar macaco, uma de enxugar gelo, uma de acender fogo no rabo, uma de descascar abacaxi e também a um patinete prateado. Essas são algumas das exigências dessa declaração, uma forma de compreender o lugar da criança inteligente e bem informada neste novo milênio.
Com música e muita interação com a plateia, em certo momento, o público é convidado para fazer parte dessa manifestação e todos juntos, cantam e fazem uma pequena caminhada em prol aos direitos da criança.
É uma história para criança que tem opinião e pais e professores dignos de receber o certificado ABG (Adulto Boa Gente).

Lilás, Uma Menina Diferente

Será que as nossas diferenças podem fazer com que sejamos iguais? De uma maneira bem descontraída, as contadoras contam a história de Lilás, uma menina com gostos e maneiras bem diferente de seus colegas de escola. Mas conforme a história vai passando, todos percebem que apesar das diferenças, Lilás era uma garota igual a qualquer outra de sua idade.
Com isso em mente, esta contação narra de uma maneira descontraída e simples a história de Lilás, uma menina que todos achavam muito diferente, com gostos e manias que ninguém conseguia entender, mas que apesar de suas “diferenças” ela tinha muita coisa em comum com todas as crianças de sua idade.

Marcelino Pedregulho

Duas contadoras convidam as crianças a participar e descobrir os meandros da história de Marcelino Pedregulho, o menino que enrubesce sem nenhum motivo.

Todos o acham muito diferente, mas Marcelino não entende o porque. Então, ele se isoladas outras crianças para poder brincar em paz. Até que conhece um vizinho muito estranho: Renê Rocha, o garoto violinista que espirra todo o tempo, mesmo sem estar resfriado. Uma grande e sincera amizade nasce a partir das diferenças.

Com ilustrações inspiradas no próprio livro, as “diferenças” ressaltadas no texto são expostas com o recurso da fala, canções, cores e ações, que são feitas (desenhadas) em cena, diante dos olhos do público, atingindo assim, além da audição, a compreensão visual das crianças.

Maurício, o Leão de Menino

É a história de um leão bem diferente, que mora dentro do guarda-roupa de um garoto. É certo que o menino nunca o viu, mas, quando criança, não é preciso ver para ter certeza de que algum bicho muito feroz vive dentro do armário. Um dia, o menino se enche de coragem e resolve tirar esta história a limpo. E conhece Maurício, o leão de menino, que logo dá uma lambida na bochecha dele, mostrando amizade.

Meu Reino

De uma maneira divertida as palhaças Lorieta e Lilili querem contar uma história, mas... Qual história? Elas querem que tenha reis e rainhas, batalhas e vitórias. No entanto, precisa ser diferente de qualquer uma que já tenha sido contada. Até que se lembram da trajetória de uma menininha que morava entre dois reinos, onde o Rei Patrick e a Rainha Dominique viviam em guerra.
Com gagues de palhaços e canções originais, esta divertida contação é uma metáfora dos conflitos que as crianças podem enfrentar em casa com as desavenças dos pais.

Meu Vizinho é Um Cão

Essa contação apresenta, de uma forma leve e divertida, as relações entre vizinhos, através da história de uma menina que morava num prédio onde “quase nada acontecia”, até que ela tem sua vida transformada com a chegada de novos moradores aparentemente bem esquisitos – como um crocodilo que gosta de dar presentes. A menina logo se afeiçoa aos bichos, enquanto seus pais “torcem o nariz”. Mas, na verdade, eles também não são tão normais assim...
Dois atores utilizam diversos objetos cotidianos para mostrar os diferentes vizinhos dessa menina e, com a ajuda de um músico que executa canções originais ao som de um violão e um cajón, divertem a plateia e ajudam a refletir sobre nossa receptividade ao mundo e às pessoas que nos cercam. Quem é normal e quem é estranho nesse prédio de moradores tão diferentes?

Minhas Contas

Existem muitas e diferentes culturas no mundo. Muitas vezes, essas culturas criam pré-conceitos que nos impedem de conviver pacificamente com o diferente. E é exatamente isso que a contação "Minhas Contas" vem apresentar.
A palhaça Lorieta está montando um fio de contas para si quando seu amigo Bartô chega e resolve criticá-la por estar mexendo com “coisas de macumba”. Lorieta percebe a confusão feita por seu amigo e resolve explicar que macumba e Candomblé são coisas bem distintas. Pra ajudar, ela conta a história de um livro que ela leu e que a inspirou a querer ter um fio de contas também. A história do livro conta como Pedro e Nei, dois “furacõezinhos” inseparáveis, são separados pelo preconceito da mãe de Pedro, que não queria o filho andando com alguém que usava fios de contas.
Essa narrativa tematiza a tolerância religiosa, mostrando que não devemos julgar aquilo que não conhecemos e, principalmente, respeitar as diferenças entre as pessoas e suas crenças.

Morango Sardento

Dois contadores apresentam histórias de sua infância – histórias que um dia já foram traumáticas. Essas lembranças ajudam a aproximar o público de Morango Sardento, uma menina ruiva que se sente envergonhada por suas sardas.

A história foi escrita pela atriz norte-americana Julianne Moore, que conta diversas situações que ela viveu em sua infância. Morango Sardento é o apelido que ela tinha naquela época e, por não gostar de ser conhecida assim, ela fazia de tudo para tentar tirar suas sardas, chegando ao ponto de tomar banho com suco de limão.

Com uma trilha executada ao vivo, essa alegre e divertida história nos ajuda a entender melhor nossas características, que podem ser vistas como defeitos ou qualidades.

Não é Uma Caixa

Duas atrizes assumem o papel de duas crianças diante do público, uma sonhadora e criativa, outra realista e fechada. A brincadeira, dessa vez, envolve a plateia, incentivando o “faz de conta”.
Quem nunca brincou dentro de uma caixa de papelão? É exatamente isto que faz a protagonista de "Não é uma caixa": solta a criatividade e embarca em infinitas aventuras a bordo deste objeto “banal” – assim pensam as pessoas pouco inventivas. Num jogo divertido, ela é indagada a todo momento sobre o que está fazendo com uma certa caixa de papelão. E, claro, sempre responde: “não é uma caixa”.
Com música ao vivo, a contação conta com um músico que também acaba interagindo com essa incrível aventura: uma grande viagem ao mundo da imaginação. Por tratar de um tema recorrente da infância essa contação não tem indicação de idade, pode ser assistida tanto pelos baixinhos quanto pelos grandinhos e a diversão é garantida!

O Aprendiz de Feiticeiro

Quando se é um feiticeiro forte e sabido, basta estalar os dedos para conseguir realizar algumas tarefas mágicas. Em um piscar de olhos, uma coisa é outra, o branco vira preto e o que era sólido pode derreter. Só que antes de conseguir tudo isso, é preciso passar por um árduo e cansativo treinamento para dominar as energias mágicas. Nesta história, as trapalhadas e aventuras do jovem mago são apresentadas, mostrando seu constante treinamento para conseguir dominar todos os segredos da magia.

O Jarro da Memória

A memória humana é talvez uns dos mais complexos e fascinantes enigmas que se tem notícia. Como pode um único órgão humano guardar tantas informações, algo que nem os maiores super computadores se aproximam? A memória é, sem dúvida, umas das maiores dádivas da espécie humana. E essa contação vem tratar exatamente desse incrível
instrumento.
A delicadeza e simplicidade da narrativa busca um fio condutor capaz de unir infância, maturidade e velhice: a memória. Laurinha cria o “guardador de lembranças”: um jarro onde as recordações se acumulam na forma de pedrinhas. Assim ela pode se lembrar dos acontecimentos especiais de sua vida.
Dois atores/narradores fazem um interessante jogo de contar e interpretar as personagens da história. Eles brincam com saquinhos de pano e também cantam músicas compostas especialmente para a contação, acompanhadas de um violão e um pandeiro. Os atores utilizam objetos simples e lúdicos que representam o crescimento e amadurecimento de Laurinha.

O Livro da Primeira Vez

Como foi a primeira vez que... ? A história narra com humor algumas experiências das mais cabeludas: o primeiro não, a primeira morte, a primeira festa, entre outros tantos primeiros.
Dois contadores narram algumas dessas experiências de “primeira vez” a partir de objetos simples que eles encontram em cena: aviões de papel, maletas, novelos de lã... Algumas histórias são reais, vividas mesmo pelos atores, e outras são muito bem imaginadas.
Aqui, a lembrança e a imaginação ganham asas e podem voar livremente. Indicado para crianças, pais e professores que transformam decepções infantis nas primeiras lições rumo ao amadurecimento.

O Nariz

A expressão “meter o nariz onde não é chamado” é levada a sério nessa história. Ironicamente, é de fato um nariz que se mete onde não devia. Ou melhor: abandona seu posto de nariz e sai por São Petersburgo passando-se por um Conselheiro de Estado. Some-se a isso um divertido trio de palhaços para contar a histórias: ingredientes mais do que perfeitos para uma contação divertida e curiosa.

Os Sete Novelos

Sabe aquelas tarefas impossíveis de serem cumpridas? Como achar uma agulha no palheiro? Pois essa contação vem tratar exatamente desses grandes desafios que aparecem na vida.
Sete irmãos da tribo Axânti, que não conseguiam se entender nunca, recebem um testamento curioso do pai: até o pôr do sol daquele dia, os irmãos teriam de aprender a fazer ouro com sete novelos de fios coloridos.
Dois palhaços apresentam a história de maneira bem divertida, utilizando materiais escolares para representar os personagens da história. Contam ainda com a ajuda de um músico que acompanha as canções originais num violão. Novelos de lã coloridos ajudam no clima lúdico da contação, que mostra para as crianças que qualquer desafio pode ser vencido com o trabalho em equipe e o convívio em grupo.

Pedro e Lua

A poesia das palavras compõe o relato de uma amizade: o menino Pedro e a tartaruga Lua. Nessa deliciosa história, dois atores usam e abusam das palavras que dão asas a imaginação de todos os espectadores.
Pedro é um menino sonhador e curioso que acha que a sua tartaruga Lua é um pedacinho de pedra que veio do céu. Um dos atores representa o menino, enquanto o outro narra cada passo da história.
Em um cenário cheio de almofadas e um telão para representar o dia e a noite, e acompanhado de músicas tocadas ao vivo, a história emociona por sua poesia e ingenuidade.

Selma

O que é a felicidade? Encontrar um tesouro escondido e ficar muito rico, ou ir a festas todos os dias, ou até mesmo dar a volta ao mundo e conhecer todos os pontos turísticos existentes? O que entendemos por felicidade?
A contação apresenta o dia-a-dia da ovelha Selma, que é aparentemente comum: ensinar as crianças a falar, praticar um pouco de esporte, conversar com a vizinha, comer grama e dormir profundamente. E o que isso tem a ver com felicidade? Para essa ovelha, tudo!
Para Selma, ser feliz é realizar cada atividade com o máximo de satisfação. Apreciar a vida em sua essência está em encontrar beleza naquilo que é comum, naquilo que realmente é importante.

Senhor Augustin

Dizem que envelhecer não é fácil. E essa fase da vida traz experiência e alguns percalços. Com o Senhor Augustin foi bem assim. Ele, um senhor cheio de manias – criadas ao longo da vida – tem seus momentos felizes e tristes, como qualquer outra pessoa.
Com bom humor e simplicidade, os atores se tornam manipuladores de objetos para contar essa emocionante história. Assim, um bule de café se torna a personagem principal. É um bule que usa óculos e veste seu inseparável chapéu (a tampa). E diversos outros objetos de cozinha são resignificados em cena, alimentando a imaginação e aproximando as crianças da realidade da história contada.
Essa linda história apresenta um lado pouco visto dessa realidade: como pode ser solitário envelhecer se não houver solidariedade e consideração por parte dos mais jovens.

Todos os Patinhos

Será que as circunstâncias são capazes de mudar nossa visão de mundo? De uma maneira poética e delicada, esta contação narra a força do amor e como ele pode nos tocar. 

A inusitada história de Conrado, a raposa, e Lourenço, o patinho, é daquelas que parecem totalmente improváveis. Na floresta, enquanto Lourenço ainda era um ovo sem nome, Conrado apareceu faminto. A mamãe-pata conseguiu escapar, e a raposa ficou com o prêmio. Conrado pensou em preparar ovos mexidos, mas preferiu esperar que o filhote crescesse para devorá-lo. O que ele não contava é que o tempo foi o maior aliado de Lourenço, substituindo a essência de caçador e o instinto de devorador da raposa por um carinho paternal.
Essa linda história, enriquecida com canções compostas especialmente para ela, emociona e proporciona uma grande reflexão sobre a vida e o amor.

Um Papai Sob Medida

Quem nunca pensou que a sua vida poderia ser diferente? E se eu nascesse filho do homem mais rico do mundo? E se minha mãe fosse loira ou morena? E se meu pai fosse o superman? Será que seria melhor?
Lorieta e Beterraba são duas palhaças que vem contar a história de um menino que tem a melhor mãe de todas, a mais inteligente, a mais bonita, a mais simpática... No entanto as outras crianças tem uma coisa que ele não tem: um pai.
Na tentativa de resolver esse problema, ele e sua mãe resolveram colocar um anúncio no jornal em busca de um “Papai assim assado”. Entre tantos candidatos, nenhum se mostra perfeito, mas... será que a perfeição existe?

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